Cerca de 1.000 cientistas doutorados proclamam ceticismo acerca da teoria de Darwin

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SEATTLE, EUA, 22 de fevereiro de 2006 (LifeSiteNews.com) — Mais de 500 cientistas doutorados [Hoje está em cerca 1.000, veja a lista] assinaram uma declaração que expressa publicamente seu ceticismo acerca da teoria contemporânea da evolução darwiniana.

A declaração diz: “Somos céticos das afirmações defendendo a capacidade da mutação casual e seleção natural para explicar a complexidade da vida. Deve-se incentivar um exame cuidadoso da evidência em prol da teoria darwiniana”.

A lista dos 514 signatários inclui cientistas membros da Academia Nacional de Ciências da Rússia e dos EUA. Os signatários incluem 154 biólogos, a maior disciplina científica representada na lista, bem como 76 químicos e 63 físicos. Os signatários têm doutorados em ciências biológicas, física, química, matemática, medicina, ciência da computação, e disciplinas relacionadas. Muitos são professores ou pesquisadores em importantes universidades e instituições de pesquisas tais como o MIT, o Instituto Smithsoniano, a Universidade de Cambridge, a Universidade da Califórnia em Los Angeles, a Universidade da Califórnia em Berkeley, a Universidade de Princeton, a Universidade da Pensilvânia, a Universidade Estadual de Ohio, a Universidade da Geórgia e a Universidade de Washington.

O Instituto Discovery publicou pela primeira vez sua lista de Dissidência Científica contra o Darwinismo em 2001 para desafiar falsas declarações sobre a evolução darwiniana feitas na promoção da série “Evolution”, transmitida pelo canal PBS. Na época a série afirmava que “virtualmente todos os cientistas do mundo crêem que a teoria é verdadeira”.

“Os darwinistas continuam a afirmar que nenhum cientista sério duvida da teoria. Contudo, aqui estão 500 cientistas que estão dispostos a tornar público seu ceticismo acerca da teoria”, disse o Dr. John G. West, diretor associado do Centro de Ciência & Cultura do Instituto Discovery. “Os esforços dos darwinistas para usar os tribunais, os meios de comunicação e os comitês acadêmicos para suprimir a dissidência e reprimir o debate estão na verdade inflamando mais dissidência ainda e inspirando mais cientistas a pedir sua inclusão na lista”.

De acordo com West, foi o crescimento rápido no número de dissidentes científicos que incentivou o Instituto a lançar um site — http://www.dissentfromdarwin.org — para dar à lista um lugar permanente. O site é a resposta do Instituto à demanda de informações e acesso à lista por parte do público e de cientistas que querem que seus nomes sejam acrescentados à lista.

“A teoria da evolução de Darwin é o grande elefante branco do pensamento contemporâneo”, disse o Dr. David Berlinski, um dos signatários originais, que é matemático e filósofo científico no Centro de Ciência & Cultura do Instituto Discovery. “A teoria de Darwin é volumosa, quase completamente inútil, e objeto de veneração supersticiosa”.

Outros signatários proeminentes incluem o Dr. Philip Skell, membro da Academia Nacional de Ciências dos EUA; o Dr. Lyle Jensen, membro da Associação Americana para o Avanço da Ciência; o Dr. Stanley Salthe, biólogo evolucionário e autor de livros escolares; o Dr. Richard von Sternberg, biólogo evolucionário do Instituto Smithsoniano e pesquisador do Centro Nacional de Informações de Biotecnologia dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA; o Dr. Giuseppe Sermonti, editor da Rivista di Biologia, a mais antiga revista do mundo sobre biologia ainda em circulação; o Dr. Lev Beloussov, embriologista da Academia de Ciências Naturais da Rússia.

Clique aqui e acesse página do Instituto Discovery (EUA) para ver a lista dos renomados cientistas que assinaram o manifesto de descrédito da teoria de Darwin. (Arquivo em PDF).

Nota do site: Alguém já viu esta notícia na imprensa? Quando qualquer um se levanta contra a Bíblia, a grande imprensa dá forte cobertura sensacionalista. É assim que alguns cientistas manipulam as mentes das pessoas. Eles divulgam suas “teorias” e abafam toda oposição.
Alguém ainda lembra do “Evangelho de Judas Iscariotes”, que foi divulgado como uma grande descoberta e que ele teria sido escrito durante a vida de Jesus aqui na terra. O tal “evangelho” já era conhecido pela igreja desde o século II, com escritos que apontavam sua autoria à seita dos cainitas no mesmo século.
Alguém lembra da descobertas dos “Manuscritos do Mar Morto”? A imprensa fantasiou o fim da Bíblia à medida que ele fosse decifrado. Pois bem, decifraram… e os manuscritos só fizeram confirmar as Escrituras Sagradas, embora a Bíblia não precise de confirmação de homens. Mas, de qualquer sorte, algum jornal divulgou isto? Não. O silêncio foi total.
E tantas outras coisas nas quais eles apostavam no fim da Bíblia? Alguém estranha o silêncio da imprensa? Alguém ainda lembra do “Código Da Vince”? Sobre o qual a imprensa nunca permitiu a manifestação de estudiosos sobre as tolices sem fundamentos contidos nele. É assim que o “jornalismo científico” explora a falta de senso crítico na maior parte da população.

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