Não vivo mais “EU”…

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“Deixei-me ser levada para onde quisesse meu pai celestial, alto ou baixo; tudo era igualmente bom para mim” (Frase de Madame Guyon).

A primeira entrega que fazemos da nossa vida ao Senhor, naquele dia que O confessamos como Salvador, não é, na verdade, uma entrega total do ego, acabada, sem reservas. Só percebemos tal fato ao longo da caminhada com o Senhor. Assim, na vida do cristão haverá vários momentos em que será convocado por Deus a abrir mão de sua vida (ego), complementando aos poucos a sua entrega a Jesus.

O Próprio Senhor proporciona os meios, situações, oportunidades para que isto aconteça, sendo que quase em sua totalidade os tais envolvem dor e perda.

Nessa seqüência, o espírito conduz o cristão ao ápice de sua entrega, naquele momento em que nada importará, nada terá valor, senão o desfrutar de Cristo.

A partir desse momento, o filho de Deus se põe nos braços do seu Senhor, para ser conduzido por Sua sábia vontade, sem temer o que esta vontade lhe tem reservado, aceitando tudo como sendo proveniente da permissão do pai.

Desfrutará de total paz e liberdade, mesmo em meio às situações adversas. Terá a verdadeira humildade e aprenderá o significado de “considerar os outros superiores a si mesmo”, seja quem for.

Temerá abrir sua boca sem a direção do Espírito. Com tranqüilidade quando injuriado, não fará sua própria defesa, entregando sua justiça ao Pai.

Enfim, gozará da plenitude da vida de Cristo, em amor, humildade, santidade, pureza, e tudo o mais que só Ele, o autor e consumador da fé, pode produzir na vida do homem.

“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.” Gálatas 2:20

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