A inevitável realidade do Juízo

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Se o verdadeiro temor de Deus ocupasse um lugar devido na igreja
Não haveria mais tolerância ao pecado do que existirá no juízo final
Seremos julgados naquele dia pelo mesmo padrão que o Senhor exige agora
O coração que, agora, rejeita o pedrão de justiça divino…
Terá que enfrentá-lo de qualquer forma naquele dia.

Há um espírito que opera neste mundo…
Que quer fazer com que Deus se sinta embaraçado e envergonhado.
Quer insinuar que ele exige além do necessário.
E que o caminho santo é estreito demais.

Mas o Espírito revela que o padrão de justiça de Deus é imutável.
Quando Ele está no controle de nossas vidas, toda pecado é rejeitado.
O contrário, apagamos o Espírito e prejudicamos o corpo de Cristo.

No juízo final, o homem ficará sóbrio de verdade.
Plenamente consciente de sua situação e capaz de enxergar-se corretamente.
E a culpa será colocada onde pertence de fato.
O pecado será revelado como extremamente maligno e ninguém se gloriará nele.
Os homens verão as coisas como nunca antes foram vistas.

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade”. (mT 7: 21-23)

Sintetizado de W B Stevenson

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