O pecado não é algo trivial. É trágico.

“Então vos lembrareis dos vossos maus caminhos, e dos vossos feitos, que não foram bons;
e tereis nojo em vós mesmos das vossas iniquidades e das vossas abominações”.
Ezequiel 36:31

Nojo de si mesmo: Um elemento em falta hoje.
Resultado de ignorarmos elementos do verdadeiro arrependimento.
Algo que muitos consideram ofensivo e ultrapassado.

Ter nojo de si mesmo é uma questão de dizer honestamente:
“Eu pequei. Assumo a responsabilidade. Sou culpado.”
Não procurar desculpa alguma para o pecado.

É fazer como o profeta: “Ai de mim! Estou perdido” (Is. 6:5)
À luz da cruz temos nojo de nós mesmos.
Pois foi o nosso pecado que pregou Jesus no madeiro.

Há grave falta de seriedade quando pecamos contra Deus.
Não é algo trivial. É algo terrivelmente trágico.
E o Espírito em nós produz uma grave sensibilidade ao pecado.
Pois ele provoca tristeza no coração de Deus.

Reconhecemos a dor que causamos ao Senhor quando pecamos?
O pecado é ingratidão, indiferença e infidelidade contra Deus.
Tudo isto não deveria provocar nojo de nós mesmos?
Só este sentimento nos conduz à bênção da restauração.

Sintetizado de Ted S. Rendall

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